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Querido Carlos, chegaste a este mundo pouco antes que eu e agora marchas antes, não importa quanto, o bom é que coincidimos durante muitos anos compartido nossa comum paixão por Galiza. Hoje somos muitos os que perdemos um amigo e Galiza, a Galiza autêntica, perde um amigo e valedor, que desde aquela sociedade roma, nacional-católica e provinciana, colonizada por um idioma forâneo e rejeitando o próprio, tu, medico de prestigio, de família tradicional, rompeste moldes e valentemente, indiferente á incompreensão de muita gente, deste carta de natureza ao idioma utilizando-o a cotio na tua consulta, nas tuas relações sociais e familiares, com a participação entusiasta de Asunción, tua formosíssima mulher, e jogando-te qualquer sanção saindo ás estradas, pincel e pintura em mão, para retomar a deturpada toponímia. Sempre coerente e valente.
Os dous sabemos que depois da morte não há oportunidade de vernos de novo, por isso agora, que ainda não te fuste de todo, e que seguirás tendo vida nos meus recordos, quiser adicar-te estas palavras de agradecimento por essa luita em comum, aquelas reuniões clandestinas e nosso logro da constituição da Auriense.
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